A realidade das ruas de Ananindeua expõe o retrato da herança de abandono deixada por Daniel Santos na saúde. A base do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) do município confirmou o pior cenário possível para quem precisa de socorro: 100% da frota de ambulâncias ficou paralisada, deixando a segunda maior cidade do Pará completamente desassistida devido à falta de combustível básico e à ausência de equipes técnicas.

Relatos apontam que, no início da manhã, as três Unidades de Suporte Básico (USB) e a única Unidade de Suporte Avançado (USA), usada como UTI móvel para casos gravíssimos, estavam completamente paradas sem poder rodar por falta de combustível.
AMBULÂNCIAS NOVAS PARADAS ACUMULANDO POEIRA
O descaso é ainda mais revoltante porque o problema não é a falta de frota. Recentemente, o município recebeu duas ambulâncias novas para reforçar o atendimento de urgência.
No entanto, em vez de estarem salvando vidas nas ruas, as unidades novas estão paradas na base por um motivo inacreditável: a administração simplesmente não disponibilizou profissionais e nem gasolina para colocá-las em funcionamento.
A CONTA DO LUXO PAGA COM O DESESPERO DO MORADOR
Este cenário de colapso no SAMU contrasta com o padrão de vida e os escândalos que cercam Daniel Santos.
Enquanto o Ministério Público revela que o político comprou uma mansão de luxo de R$4 milhões no Ceará financiada por uma "vaquinha" de empreiteiras que recebem contratos milionários de Ananindeua, a prefeitura não garante o básico: gasolina para o socorro de urgência e profissionais para trabalhar.
É esse o legado de descaso que ele quer exportar para o restante do Pará?
